Thursday, July 30, 2020
Tuesday, July 28, 2020
Novo Diretório para a Catequese CNBB | 18/07/2020 - 2a Parte
No
último sábado, 25 de julho, no canal Catequese do Brasil no
Youtube, foi dada continuidade ao ciclo de Formação sobre o Novo Diretório para a
Catequese, reunindo os seguintes colaboradores para disponibilizar chaves de leitura aos catequistas:
5º
Capítulo – A pedagogia da Fé
(Pe.
Eduardo Calandro)
Documentos
iluminadores: Dei Verbum e Verbum Domini
A
Pedagogia Divina - de Deus, de Jesus e da Igreja - é o jeito de Deus, de Jesus
e da Igreja agirem na história da salvação. A canção “O Povo de Deus” retrata um
pouco este caminhar do povo eleito de Javé ao longo da história.
164-168
- Pedagogia da Igreja - A Sagrada Escritura e o Catecismo da Igreja Católica são
apoio essencial para o catequista (onde se pode encontrar o deposito da fé).
A
catequese é uma obra conjunta de iniciação, educação e ensino, à luz da
tradição da Igreja. Os critérios para o anúncio da mensagem são: a centralidade
de Cristo, a voz de Deus que se encarna em Jesus Cristo; a primazia da graça e
da beleza; a iniciativa de Deus e resposta humana. Ressoa para todos,
principalmente para os excluídos.
A
eclesialidade nos indica que a catequese tem sua força quando vivida na
comunidade. Na busca de unidade e integridade da fé, a catequese busca um jeito
diferenciado de acordo com à cultura, linguagem do local, etc. O critério
fundamental baseia-se no respeito a totalidade e hierarquia das verdades da fé.
Sobre
o conteúdo e método da Ação Evangelizadora da Catequese, deve-se compreender a
pedagogia da Catequese à luz da mistagogia - algo que está além de nós, e
também em consonância com as ciências humanas: didática, psicologia,
psicopedagogia, sociologia, etc. A ótica principal da catequese deve ser a
experiência de fé, bem mais importante do que catequizar sob a ótica do
ensino.
6º
capítulo - O Catecismo da Igreja Católica
(Irmã
Izabel Patuzzo)
182
a 193 - Importância história dos catecismos, que retoma a origem da nossa
Igreja. Os Evangelhos são os conteúdos essenciais da nossa fé. A natureza
missionária da Igreja sempre buscou a unidade, mesmo na diversidade. Quais são
os elementos que nos dá a identidade de cristãos?
183
- Os vários catecismos vêm da prática sinodal da Igreja (Concílios), onde se buscou
refletir o depósito da fé católica. Isto é extremamente importante para
dialogar com outras religiões.
190
- O Catecismo não é proposta de processo ou método catequético. Contém o
que a Igreja ensinou ao longo dos séculos segundo à Sagrada Tradição, e está em
plena sintonia com o Diretório atual de Catequese no Brasil.
7º
capítulo - Metodologia na Catequese
(Irmã
Sueli Cruz)
O
Diretório é para toda a Igreja. a Teologia que orienta o caminho a ser
trilhado,
194
a 223 - 6 pontos (a relação conteúdo-método, a experiência humana, a memória, a
linguagem o grupo e o espaço)
A
relação conteúdo- método visa distinguir o que é conteúdo do método com que se
pretende transmitir. O mistério da encarnação inspira a pedagogia catequética,
pois significa que Deus quis fazer uma experiencia humana para que pudéssemos
compreender o que Ele é.
O
conteúdo não pode ficar no intelectualismo, é preciso mergulhar na experiência
humana. Não deve ficar externo, mas encontrar ressonância com o interior da
pessoa.
Há
vários métodos e devemos escolher o mais adequado à nossa realidade.
197-200
- A Experiência Humana, é o espaço primordial onde Deus fala ao coração do ser
humano. A primeira ação é de Deus, mas a resposta é do ser humano. Situação
concreta e observação da realidade eram objeto do ensinamento de Jesus.
Iluminar
com base no Evangelho (a partir da vida trazer a fé para a realidade e para o
nosso coração), uma vez que a realidade humana aponta para \Deus.
218
a 220 - Importância dos grupos nas comunidades cristãs. Encontros de suma
importância, presencial o contato pessoal nunca será substituído.
A
ação evangelizadora da Catequese deve tocar outras vidas além da vida dos
catequizandos.
8º
capítulo - A catequese na fida das pessoas
(Pe
Janison Sá)
Apresenta
os interlocutores da catequese
224
- Todo o batizado e batizada tem direito a uma catequese adequada.
Recorrer
às ciências pedagógicas, oferecer caminhos que se diversifiquem de acordo com a
necessidade e o estado de vida do catequizando.
É
indispensável respeitar os dados antropológico-evolutivo e teológico-pastorais
das pessoas que se aproximam da catequese..
Deve-se
cuidar da Catequese na Família - 226. A família é comunidade de amor e vida.
Igrejas domésticas. ajudar os pais. Na família é onde a criança dá os primeiros
passos na fé. O testemunho de vida da família é muito importante, sendo
mesmo designada protagonistas no anúncio
e educação da fé dos pequenos.
232
- A Igreja acompanha seus filhos
A
catequese de jovens e adultos que se preparam para o matrimonio ou o batismo de
crianças deve ser diferente de um curso
para o matrimônio e para o batismo
Há
proposta de catequese de jovens casais esposos – com a mistagogia necessária
para que amadureçam a força do sacramento.
Catequese
dos pais que pedem o batismo para seus filhos.
Catequese
inter-geracional, de forma permanente.
Catequese
no grupo de casais e grupos de famílias.
Catequese
com crianças, pré-adolescentes, adolescentes, jovens e adultos e idosos.
Como
novidade, este Diretório vai pedir uma atenção especial aos nativos digitais.
257-265 -
Catequese com adultos - destinar melhores catequistas. Diversidade de
situações. tarefas essenciais: purificar, alimentar a fé, ajudar, compartilhar
e testemunhar a fé.
266 a 268- Catequese
com idosos. Cuidado pastoral.
269-272 -
Catequese com pessoas com deficiências - superar diferenças.
Catequese com
migrantes, catequese com as pessoas marginalizadas - fica o convite.
Catequese com os
encarcerados: a pastoral carcerária no Brasil precisa de catequistas!
Monday, July 27, 2020
Não seria melhor ser classificado como Cristão Católico que segue o Evangelho?
No último
domingo, na homilia do Padre Zezinho no Conventinho, em Taubaté-SP, foi-nos
proposto refletir. Jesus nos falava com parábolas que não são historinhas sem
consequências, elas nos alertam.
E a
parábola da rede que puxa peixes bons e ruins, nos fala do destino dos humanos
bons e maus. Haverá um julgamento, pois as nossas escolhas de vida têm
consequências. Para o rico, para os políticos, para os corruptos, para os
pregadores, para as comunidades, para cantores, para todos os que não ensinam a
justiça, a paz, e doutrina social dentro das igrejas.
Passamos por cruzes e sofrimento, mas devemos
visar a libertação de um povo e não só de um indivíduo. O Novo Diretório da
Catequese nos indica um caminho para toda a sociedade, enquanto põe em
evidência muitos oprimidos pela fome e falta de oportunidades. Conforme dito na
Encíclica Populorum Progressio, de Paulo VI: "Não há progresso sem
justiça e sem partilha de bens."
O mundo sofre, há dor e há solidariedade.
carregamos uma cruz. Temos que aparar arestas e ajudar o povo a sofrer menos,
ter compaixão e cuidado com os desempregados e famintos.
Temos que construir um céu ao nosso redor, ele
não virá de graça! Há muitos Documentos da Igreja que falam sobre
solidariedade. Contra a ética individualista de quem só pensa em si mesmo.
Todos os ofertórios falam sobre partilha: ideias, catequese e pão. O papel do
leigo, da Igreja que luta por políticas sociais. As ideologias de direta e
de esquerda fazem o país passar fome. Vivemos em um país injusto.
Jesus ensinava parábolas para quem quisesse ouvir
e concluir. Solicitou que todos pensassem, não fossem fanáticos e exclusivistas
(só o que interessava a si próprio). Alertou novamente em Mt 13,43: “Quem tem
ouvidos, ouça.”
Temos que
criar um Novo Reino de Deus entre nós e falta um diálogo nacional. “Que
partidos nos defendem? Que Igrejas nos defendem? O que está sendo ditos nos
púlpitos? A missão de ser catequistas? O que os cantores da fé estão
cantando ...? Que catequese estamos seguindo? Estamos ouvindo o Papa ou nosso
pregador preferido?”. Por fim concluiu: “Ser catequista é muito exigente!”
Friday, July 10, 2020
Oramos pelas almas? E para obter auxílio dos anjos?
Queridos catequistas,
Pensando neste tempo difícil de Pandemia, compartilho com vocês algumas orações que
tenho realizado e que muito podem
contribuir para o descanso eterno das almas que tem deixado este plano terreno. São úteis também no fortalecimento do nosso espírito para combater o bom combate e
guardar a fé em tempos de crise e necessidades!
Sempre será sábio
contarmos com a Comunhão dos Santos - intercâmbio das graças divinas - que
existe entre a Igreja Militante (nós), a Igreja Padecente (do purgatório), e a
Igreja Triunfante (do céu).
Espero que estas orações sejam úteis para vocês! Paz e bem!
Terço pelas Almas do Purgatório e Ladainha (15 min)
Terço de Santa Gertrudes pelas almas do Purgatório (50 mil almas)
Terço do Anjo da Guarda (11 min)
Oração - Súplica ardente aos Santos Anjos (9 min)
Thursday, July 9, 2020
LAUDATO SI` clipe franciscano muito alegre
"Louvarei ao Senhor em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca" (Sl.34:1)
Louvar é expressar em palavras, cantos, gestos o que conhecemos de Deus, em atitude de exaltação e glorificação ao Seu Nome.
O louvor é fonte de alegria para nós! Gratidão pela partilha na internet!
Wednesday, July 8, 2020
Porque levamos os nossos filhos para a Catequese?
Eis uma pergunta que temos que amadurecer
junto com os Pais da Catequese.
A grande maioria de nós
teria muita certeza em responder que levamos as crianças e jovens para a
catequese porque queremos que OBTENHAM OS SACRAMENTOS da Eucaristia e Crisma.
Esta
visão sacramentalista da catequese foi revisada já algum tempo na Igreja, que
hoje sabe não ser suficiente ao fiel católico ter realizado o
sacramento e não ter desenvolvido dentro de si a
consciência de sua FILIAÇÃO DIVINA,
de SALVAÇÃO EM JESUS CRISTO,
da origem e necessidade de pertencer ao POVO
DE DEUS que convive dentro de uma comunidade no
seio da IGREJA, e
com as mesmas disposições dos primeiros cristãos. E perseveravam na
doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Atos 2:42
Por isto a proposta da
Igreja é que a Catequese seja um instrumento à Serviço da INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ. O que
entendemos por ser iniciado? Ser introduzido, passar por uma transformação,
fazer uma adesão consciente que leve ao fiel o sentimento de pertença e fidelidade.
A celebrações litúrgicas nos ajudam ao fazerem a ponte entre nós e Deus,
acreditamos ser ELE mesmo na Eucaristia que nos alimenta, na pessoa do padre
quando nos perdoa na CONFISSÃO e nos ensina nas pregações, quando nos recebe em
sua família no BATISMO, e fortalece nosso espírito na CRISMA. A presença de
DEUS é especial nos sacramentos, mas é geral na atuação dos fiéis e da Igreja.
Catequizar ou instruir na
fé é uma missão de toda a Igreja, a começar pelo Bispo, sacerdotes e
complementarmente pelos leigos. É um verdadeiro trabalho de equipe de toda a
Paróquia (Batismo, Liturgia, Catequese, Movimentos, Grupos, etc.), aprendemos e
ensinamos na convivência respeitosa, no cuidado mútuo, de forma a permitir que
nos sintamos unidos a Verdadeira Videira que é Cristo, e compreender razões não
mais infantis de nossa fé Católica.
Para sermos capazes de
livremente seguir a Jesus Cristo no seio da Igreja, devemos SER INICIADOS, não
conseguiremos viver sem ELE. Buscaremos ter com Ele uma RELAÇÃO de proximidade,
aprender com seus ensinamentos a considerar a todos como irmãos e a buscar, um
reino de Justiça e Paz, no que for possível já aqui na terra, com olhos fitos
no SENHOR que passaremos a contemplar na eternidade.
Tuesday, July 7, 2020
Imperdível; BIOÉTICA, a ciência conversa com a fé SIM!
Prezados catequistas,
Esta live com D. Ricardo dá explicações importantes sobre como lidar com as questões de direito à vida, reprodução assistida, a utilização e embriões em pesquisas, e o porquê a Igreja entende que a vida deve ser protegida desde a sua concepção.
Evangelizar no Brasil - Live D. Walmor - Presidente da CNBB
Queridos catequistas,
“Nossa igreja vai se fortalecer e
se tornar mais autêntica na medida em que nós vivermos a experiência da CASA Estamos
precisando fazer a nossa casa local de anúncio e oração. Durante esta pandemia,
a casa de cada cristão se tornou mais Igreja.”
Sustentabilidade, desenvolvimento,
otimização de recursos para chegar à solidariedade, este poe ser um remédio para um novo
tempo.Superar as ambições, os egoísmos
e os esquecimentos dos vulneráveis. Tantos gestos de amor têm sido vistos
nestes dias de pandemia! Um exemplo disto é o projeto É tempo de cuidar, desenvolvido
pela CNBB juntamente com a Cáritas. Nossa Igreja comprova a sua
autenticidade cristã com o comprometimento com os que precisam e os mais
pobres. Desde o Atos dos Apóstolos, tinham tudo em comum e não havia
necessitados entre eles.
A Igreja sela sua missionariedade
no âmbito do cuidado, da saúde, da promoção humana, do repartir. A todo tempo
nossa Igreja é um encanto. Mesmo quando parece uma gota d’água em meio do
oceano. Ação solidária emergencial, a fé e a caridade estão interligadas (rede
capilar nas paróquias).
A demanda e os sofrimentos são
maiores, as respostas ainda não são suficientes, porém, há uma modificação,
também de famílias cristãs que estão fazendo o trabalho em rede, pois a vivência
e testemunho da fé implica o compromisso.
O sonho do Papa Francisco é de
que a pobreza não é miséria, é a oportunidade para o repartir. E este cuidado
mútuo deve ser a marca em cada família cristã. Uma família estruturada pode vir a adotar uma
família irmã em situação de vulnerabilidade. Solidariedade em rede. A Igreja
tem que ser pobre para os pobres.
Por isso a urgência da formação:
Formar discípulos missionários para o mundo. Há importância da formação para agentes
pastorais, bispos, religiosos, leigos. Pedra preciosa: anuncia o INAPAZ –
gestado na CNBB. O importante quando falamos em
formação é sempre acrescentar uma adjetivação. Não pode ser alimentação
conceitual para domínio de conteúdos. Há beleza e riqueza na doutrina da
fé católica, mas há muito caminho a se percorrer. Precisamos de academias para
abordar com aprofundamentos toda a riqueza da doutrina. Não basta ter clareza
conceitual acera da doutrina desvinculado do testemunho.
A fé como experiência. É
preciso formar, informar sobre a doutrina da fé. É preciso encontrar caminhos
para que a vivência seja profunda. A emergência da subjetividade
está a exigir que da experiência cristã formativa um algo mais, não alimentar
somente a mente, mas uma vivência profética. A partir da Palavra de Deus e da Tradição
da Igreja, a formação não deve apenas alcançar a mente da pessoa, mas deve mover
seu coração. Devemos buscar, por exemplo, uma ecologia integral (saúde física,
emocional, espiritual, e também a saúde do planeta).
A Palavra de Deus tem tudo...
profecia, experiência e amorosidade. Que nos toque no profundo, em um tempo com
muito obscurantismo, confusão conceitual, confusão nas escolhas do modo de
viver a fé. É possível a utilização de muitos
instrumentos e plataformas para uma formação integral, de forma que toque a
vida no seu conjunto e não haja dicotomia.
É preciso prezar pela formação de
evangelizadores e também dos futuros padres (uma formação de qualidade e de referência).
Definir passos, conteúdos modos e dinâmicas compreendidos no âmbito da formação
integral.
Quanto à dúvida dos participantes
de porque muitas paróquias não assumem as diretrizes evangelizadoras e sobre como seria as colocar
em prática, D. Walmor explicou que o caminho é longo e exige muita
perseverança... exige também uma mudança de mentalidade, baseado nos quatro
pilares do documento: uma nova compreensão, um novo modo de ser e de organizar
por parte dos animadores deste processo. Exige humildade, abertura e diálogo.
Nos colocar em uma posição de aprendizes. Afinal sabemos muito de muitas
coisas... é preciso desaprender para ser de novo Discípulo, que é sinônimo de aprendiz.
Para que ocorra uma intervenção
profunda na realidade é preciso se perguntar: Por que mudar? Sempre foi assim.
Será preciso entrar com uma iluminação diferente. Está fazendo falta
entendimentos adequados a quem lidera. Esperançosamente investir. A
evangelização é um processo, e muitas pessoas entendem pouco de processo (um
passo depois do outro). É preciso ter uma visão global daquela realidade, de
uma diocese que precisa orientar de modo amplo.
Realizar uma mudança de
mentalidade: Sair de uma pastoral de conservação para uma pastoral missionária
e evangelizadora, na qual o diálogo com a sociedade é imprescindível. Isto
recai sobre os evangelizadores em todos os níveis (bispos, sacerdotes, religiosos,
leigos). Deve-se ter o entendimento a respeito do esquema de processos, saber
de onde está indo e para onde quer ir, passo a passo, respeitando o
contexto cultural, plural no qual
estamos inseridos. Compreendermos que as respostas
que teremos muitas das vezes serão superficiais. Meditações e palavras nos movem, mas estamos
repetindo palavras que nos tocam muito pouco. Na dinâmica da casa a igreja já
está dando um passo adiante!
Sobre coisas práticas e concretas para a Igreja realizar durante e após a pandemia do Corona Virus. D. Valmor respondeu que a resposta seria muito ampla. A
pandemia está nos ensinando o valor da casa de cada cristão. Cada pai, mãe,
avó, tio deve se esforçar para fazer a leitura orante da Palavra de Deus,
definindo um momento de espiritualidade da sua casa. Cada paróquia deverá saber onde é a casa do seu paroquiano.
Quando retornar as atividades presenciais há necessidade de respeitar as
exigências sanitárias previstas. As visitas aos enfermos e idosos por meios
digitais podem multiplicar a cultura do encontro (uso das plataformas para
alimentar os contatos entre as pessoas).
Obtemos agora uma nova compreensão do virtual o quanto
temos atingindo as pessoas com os meios de comunicação e as redes sociais. Compreendemos assim que após esta pandemia não vamos voltar
para abrir as igrejas como no passado. Quando tivermos a possibilidade de
congregação presencial a igreja terá agora uma tarefa sanitária educativa. Não
e apenas abrir as igrejas, em razão das pandemias, mas descobrir como nós vamos
tratar a acolhida, o investimento na infraestrutura e procedimentos. A igreja é
desafiada a adotar uma postura nova e diferente. Um acolhimento adequado,
esgotar menos a natureza.
Como Presidente da CNBB, por um tempo curto, foi solicitado
a D. Walmor um balanço e o compartilhamento de suas perspectivas:
- Com a colaboração dos Bispos e Comissões e Assessores temos
conseguido leveza. Não fazermos o caminho como peso, mas com alegria nas
reuniões e partilhas.
- Desafio de se abrir ao novo. Itinerário para a renovação
de novo Estatuto e Regimento participativo. A CNBB é um Órgão de colegialidade
com experiências de partilha e solidariedade.
- As Diretrizes gerais estão mais definidas e inspiradoras:
Mostrar a prioridade do anúncio da palavra de Deus, pois a nossa força vem da
comunhão.
- O grande desafio da comunicação: de forma simples, direta
e assertiva.
- É exigido agora dar um passo novo. Fazer uma importante
análise de conjuntura sócio política e da conjuntura eclesial, em um clima de
esperança, para se obter novas respostas.
Simplicidade, rearticulação com leveza, utilidade,
velocidade, para que a Igreja consiga dar um novo salto missionário. Superarmos
divisões, e pela força do diálogo para que nossas diferenças se tornem nossas forças.
A Igreja precisa de cada um, nesta alegria honrosa de sermos discípulos de
Jesus.
Não vale a pena disputa, polarização, caminhos na contramão
do Evangelho. O mais importante é estarmos unidos, na alegria da vivência cristã
do testemunho. Gratidão à Igreja e encantamento com as experiências. Vale a pena sermos Igreja
Católica, ajudando o mundo a ser um mundo melhor.
D. Walmor concluiu pedindo a intercessão da mãe Aparecida para abençoar a
todos os que estavam acompanhando.
Gratidão por tão poderosas e sábias palavras!
Sunday, July 5, 2020
Mensagem do Papa aos brasileiros durante a pandemia de Covid-19
Como não amar este representante de Cristo na Terra? Delicadeza e empatia!
Papa Francisco, conte com as orações de todos os catequistas deste nosso País.
Saturday, July 4, 2020
Biingo na Catequese. Quantos pontos você marcou?
Amados catequistas,
Olha que legal a ideia da Catequese Chamas lá de Recife-PE!
Podemos verificar nas cartelas do Bingo da Catequese (versões para o catequista, para o catequizando e para a família), algumas atitudes que conseguimos realizar dentro deste tempo de pandemia e isolamento social. Tudo isto nos fez aproximar de Jesus e da Igreja! Os arquivos encaminhados pelo Whatsapp dos grupos são editáveis no próprio celular, mas não aqui.
Um verdadeiro "EXAME" e também um "CONVITE" a realizar ainda outras tantas ações construtivas.
Com imenso carinho, agradeço pela contribuição à catequista Soraya!
Wednesday, July 1, 2020
Vamos levar a Igreja para dentro de casa? Desafio: IGREJA EM DOBRADURA
A catequista Soraya ensinando dobraduras.... um verdadeiro desafio:
Também de Recife compartilho uma matéria do informativo comunitário da paróquia Nossa Senhora de Fátima de Boa Viagem, assinado por uma amiga jornalista Emília.
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Queridos catequistas, Compartilho com vocês alguns trabalhos que tem sido desenvolvidos, a nível nacional, para incentivar as crianças a...
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No último sábado, 25 de julho, no canal Catequese do Brasil no Youtube, foi dada continuidade ao ciclo de Formação sobre o Novo Diretó...
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Queridos catequistas, Esta quarentena que já virou noventena está por demais desgastante para todos nós! Mas não nos esqueçamos do Amor d...






